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Archive for dezembro \06\UTC 2014

Minha opinião sobre o livro:

Esta é uma obra de ficção, e de, muita imaginação da autora: Erin E. Moulton

A mensagem central do livro é a amizade. Sendo relatado o que nos leva a deixarmos de ser nós mesmos para agradar aos outros. Sobre a importäncia de respeitar as diferenças do próximo e de como devemos avaliar certas atitudes para não magoar ninguém.

Com uma leitura leve pela simplicidade das palavras, mas que deixa uma mensagem que podemos adaptar para a vida toda, o de sermos antes de tudo: seres humanos.

Tanto a autora quanto a Novo Conceito (Editora) são dignas de apláusos pela excelente apresentação em texto e estética do livro: Parabéns.

minha vez de brilharBreve relato da história:

Indie Lee Chickory é considerada “a esquisita” da pacata cidade de Plumtown. Ela é fanática por peixes e tem uma lagosta dourada de estimação, Monty Cola, que mora em uma piscina de água salgada perto da janela do seu quarto.

A menina não é tão boa em fazer amizades, mas sua irmã, Bibi é uma das garotas mais descoladas da escola e vive cercada de amigos.

Por acidente,um dia, Indie fica sem o seu amado bichinho de estimação.

Em uma noite, Indie faz um pedido para uma estrela. Ela quer muito reencontrar a sua lagosta de estimação, e também, quer que sua irmã Bibi volte a gostar dela.

Mas ter os seus desejos realizados pode exigir dedicação integra!

Indie trabalha no teatro durante o dia, mostrando a Bibi e seus amigos o quanto ela pode ser útil. À noite, ela procura sua lagosta perdida, e para isso conta com a ajuda de seu novo grande amigo, Owen.

Tudo vai bem até que Bibi e sua turma começam a pegar no pé de Owen, o maior exemplo de nerd e futuro loser. Será que Indie vai conseguir manter em segredo sua amizade com Owen? Será que, para ser uma pessoa melhor, Indie precisa mesmo ser diferente?

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AFINAL, O QUE É TER SUCESSO PROFISSIONAL?

*Van Marchetti

sucessoSinceramente, não acredito que ter sucesso profissional é ter a carreira da moda ou o cargo cobiçado que a mídia corporativa tanto teima em nos incutir na mente. Isso mesmo, incutir na mente! E o que incutimos em nossos corações? Deixamos de sonhar simplesmente por preguiça ou, talvez, por sucessivas frustrações? Não sei, mas acho que perdemos o hábito de sonhar. Fico pensando em uma citação de Charles Darwin: “As espécies que sobreviveram nem sempre foram as mais inteligentes ou as mais fortes, mas as que mais tiveram capacidade de adaptação às mudanças.”.

Capacidade de adaptação é uma das qualidades comportamentais mais procuradas pelas empresas nas vagas de emprego. Não nego que seja uma habilidade importante, mas “ser adaptável” tem que ter um limite, e nem sempre as pessoas o conhecem. E você, conhece seu limite de adaptação? Neste momento, lendo este artigo, está mais na posição de aceitação / frustração ou na posição da busca / realização?
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