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Archive for the ‘Artigos’ Category

AFINAL, O QUE É TER SUCESSO PROFISSIONAL?

*Van Marchetti

sucessoSinceramente, não acredito que ter sucesso profissional é ter a carreira da moda ou o cargo cobiçado que a mídia corporativa tanto teima em nos incutir na mente. Isso mesmo, incutir na mente! E o que incutimos em nossos corações? Deixamos de sonhar simplesmente por preguiça ou, talvez, por sucessivas frustrações? Não sei, mas acho que perdemos o hábito de sonhar. Fico pensando em uma citação de Charles Darwin: “As espécies que sobreviveram nem sempre foram as mais inteligentes ou as mais fortes, mas as que mais tiveram capacidade de adaptação às mudanças.”.

Capacidade de adaptação é uma das qualidades comportamentais mais procuradas pelas empresas nas vagas de emprego. Não nego que seja uma habilidade importante, mas “ser adaptável” tem que ter um limite, e nem sempre as pessoas o conhecem. E você, conhece seu limite de adaptação? Neste momento, lendo este artigo, está mais na posição de aceitação / frustração ou na posição da busca / realização?
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Por *Christian Barbosa

O vírus do empreendedorismo está no ar! Nunca na minha vida ouvi tanta gente falando que quer abrir um negócio próprio. Porém questões como a falta de capital para investir em algo, entre outras, limitam as pessoas a buscarem seu sonho. Acho que vale discutir alguns pontos importantes sobre empreender:

1 – Empreender não é para todos – Não tem nada de errado em ser funcionário. Muito pelo contrário. A maior parte dos empreendedores quebra no primeiro ano, pois simplesmente não tem o perfil. Ser funcionário tem certa estabilidade, benefícios e um volume menor de preocupações. Empreender não é fácil, é preciso ter paciência, persistência e gostar de adrenalina, pois o começo é bem difícil. Se o seu emprego te traz realização, estabilidade financeira e bem estar, repense bem antes de querer empreender.

2 – Dinheiro para começar – A maior parte das empresas de serviço requerem um investimento mínimo de capital inicial e permitem crescer aos poucos. Por outro lado, franquias, empresas de varejo, indústrias, etc exigem um volume de capital maior para começar. Avaliar o capital necessário é o primeiro passo para saber se dá ou não para entrar de cabeça. Se a verba é muito curta, tome cuidado, pois os negócios não crescem do dia para a noite e a maior parte deles fecha por problemas de fluxo de caixa. Dinheiro faz dinheiro, não importa se é muito ou pouco, o importante é saber usar nas coisas certas.

3 – Como achar o MEU NEGÓCIO? – Não existe uma fórmula para achar o negócio certo, mas se você ainda não sabe o que fazer é preciso ligar as antenas. Primeiro identifique claramente o que gosta de fazer e o que não gosta. Isso ajuda a ter maior clareza e a focar apenas no que realmente te dá prazer. Feito isso, comece a priorizar as coisas que gosta e comece a investigar o mercado dessas coisas. Tem clientes para comprar ou é apenas um hobby pessoal? Quais os concorrentes? O que eu posso inovar para me diferenciar? Qual o custo de início? É um mercado em crescimento?

Para achar um bom negócio precisa caçá-lo literalmente. Vá a feiras, assista cursos, invista em revistas sobre negócios, faça viagens, seja curioso. O mercado está cheio de oportunidades, mas precisa literalmente caçá-las. Quando você menos esperar vem aquele estalo. (mais…)

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Por *Eduardo Ferraz

Assim como nunca é tarde para investir na carreira, nunca é cedo demais para formar um bom profissional, já que é nos primeiros anos de vida que se define em grande parte a chance de prosperidade intelectual e emocional de um indivíduo.

A Neurociência Comportamental indica que, de 0 a 8 anos de idade, as crianças recebem e processam informações que serão vitais para o desenvolvimento, o aprendizado e também para a formação da personalidade. Padrões de pensamentos, comportamentos, valores, princípios, motivadores e mapas mentais são lentamente construídos nessa fase. As crianças que não desenvolvem suas principais habilidades pessoais nos primeiros anos de vida terão mais dificuldades em assimilar essas capacidades na vida adulta. Resumindo, a maneira como criarmos nossos filhos terá grande influência no estilo de profissionais que eles se tornarão.

Na adolescência, devemos nos aperfeiçoar nas matérias escolares que mais gostamos. Se seu filho é bom em português, incentive-o a aprender mais sobre esta disciplina. Se ele odeia matemática, convença-o a tirar nota para não ser reprovado. Dificilmente você ou qualquer professor conseguirá transformá-lo em uma fera dos cálculos.

Nesta fase, outra escolha importante e que será fundamental para a vida profissional é qual faculdade cursar. O que deveria valer é a vocação da pessoa. Estudar e fazer o que se gosta, na área em que é mais habilidoso, mesmo que num primeiro momento não garanta muito dinheiro, no futuro será onde o profissional se sairá melhor e será bem sucedido. (mais…)

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A assustadora curva da criatividade

Por *Eduardo Zugaib

A idade mata a criatividade. Correto seria que, com o passar dos anos, nos tornássemos mais criativos, espontâneos e investigativos. Mas não é o que se percebe na prática.

Roger von Oech, consultor de criatividade no Vale do Silício americano, relata uma história no seu livro “Um Toc na Cuca” que nos faz refletir um pouco sobre essa questão. Oech conta que, num dia de aula no seu curso colegial, o professor fez uma pequena marca de giz no quadro-negro, perguntando à classe o significado daquilo. Segundos depois alguém arriscou: – É uma marca de giz no quadro-negro.

Os demais alunos respiraram aliviados diante da obviedade, rindo e declarando a tarefa realizada. Não havia nada mais a ser dito. – Vocês são surpreendentes – disse o professor – Ontem apliquei o mesmo exercício a uma turma do jardim da infância, e eles me trouxeram mais de cinquenta respostas diferentes: o olho de uma coruja, um inseto esmagado, uma flor e assim por diante.

Uma longa pesquisa realizada pela NASA, para seleção de cientistas e engenheiros com características pessoais inovadoras, acabou revelando o declínio da criatividade ao longo dos anos. Na primeira fase da pesquisa, as crianças tinham entre 3 e 5 anos e 98% apresentaram alta criatividade. O mesmo grupo foi testado aos 10 anos, apresentando um número bem menor neste percentual: 30%. Com 15 anos, somente 12% dos pesquisados mantiveram altos índices de criatividade. O mesmo teste foi aplicado a um universo de mais de 200.000 adultos e somente 2% se mostraram altamente criativos. Os autores dessa pesquisa concluíram que, ao longo da vida, nós aprendemos a ser não-criativos. Um declínio que não se deve à idade, mas aos limitadores mentais que criamos e acumulamos ao longo da vida, muitos deles na escola, que acabam reforçando o pensamento de alguns educadores que afirmam que as crianças entram na escola como “pontos de interrogação” e saem como “frases feitas”.

Mas podemos ficar tranquilos. Nem tudo está perdido. Como? Estimulando nossa mente com informações positivas, adotando posturas flexíveis e percebendo nossa vida e nossos relacionamentos como grandes e produtivas aulas, o engessamento pode ser revertido. Num cenário competitivo como o em que vivemos, onde muitos possuem acesso à informação em doses cada vez mais cavalares, a habilidade de pensar diferente torna-se a característica pessoal mais valorizada. A capacidade de ver o que ninguém viu antes tem gerado respostas inovadoras não apenas para os novos mas, principalmente, para os antigos problemas. Sem criatividade, uma empresa não vislumbra mercados, não detecta oportunidades e tende a ficar para trás, repetindo a fórmula consagrada pela concorrência. (mais…)

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Viva o hoje plenamente

Por *Renata Rissato

Tenho analisado muitas pessoas ultimamente e noto que há muita expectativa em relação ao futuro, ou muito saudosismo lembrando-se do passado. Ou seja, passado e futuro são pontos fortes em nossas vidas.

Nossos pensamentos estão conectados ao que podemos fazer ou ao que fizemos. Isso me deixa muita intrigada porque, de uma maneira geral, as pessoas se esquecem de viver o dia de hoje, o agora. Sinto que a cada dia esta conexão com o presente esta se distanciando mais do nosso ideal de vida. Não posso afirmar que todos vivem desta forma, muito pelo contrario, conheço pessoas que vivem intensamente o dia de hoje, vivem o momento, só que estas são uma minoria.

Passamos a maior parte do nosso tempo fazendo planos para o futuro, idealizando sempre o que conseguiremos no amanhã, e esquecemos que o que temos nas mãos é este tempo, este dia de hoje, e o quanto este dia é importante para determinar quem seremos amanhã ou quem fomos ontem. (mais…)

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Por *Luiz Gabriel Tiago – Sr. Gentileza

O título desse artigo, uma frase do sábio José Datrino (também conhecido como “Profeta Gentileza”) me remete a uma realidade cruel todas as vezes que a leio: quando essa mulher gentil chegará? Será que um dia estará entre nós? Estamos preparados para isso?

Queremos mudanças o tempo inteiro, mas que de preferência os outros a promovam. É muito mais cômodo esperar de braços cruzados do que tomar a iniciativa e transformar qualquer coisa que seja – mesmo que seja melhor para nós mesmos.

Desejamos empresas mais humanas, justas e que ofereçam um ótimo ambiente para se trabalhar. Precisamos que nossos colegas e líderes estejam prontos a nos escutar, nos desculpar, entender nossos problemas hormonais, nos incentivar e nos deixar livres para produzir de acordo com nosso roteiro. “Queremos profissionais capazes de se relacionar com outras pessoas”. Esse é o discurso de praticamente todos os Gerentes de Recursos Humanos dessa geração. E a tal da “mulher gentil” que dizia Datrino? Onde ela está? Quando chegaremos nesse “futuro”?

Essas respostas já existem. Faço questão de conscientizar profissionais de todas as áreas que a gentileza no trabalho é uma ferramenta indispensável para o sucesso, e que não podemos mais abrir mão dela. E sabe por quê? Porque esse “futuro” já chegou e VOCÊS, mulheres mães, trabalhadoras, guerreiras, donas de casa, arrimos de família, devem ser aquela “mulher gentil”. Porém, por vários motivos óbvios e cotidianos, praticar a gentileza não está entre nossas principais prioridades, e por isso acabamos hostilizando as pessoas ao nosso redor e ouvindo a velha piadinha: “já não se fazem mulheres como antigamente”. (mais…)

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A transitoriedade do tempo

Por *Erika de Souza Bueno

Como um dia depois do outro para acalmar os ânimos e reanimar aqueles que sofreram frustrações. Nada como atentar para a importância do tempo e reaprender lições já vistas anteriormente, mas talvez esquecidas. Nada como o tempo para nos ensinar que o branco dos cabelos nos lembra a urgência de transferirmos os conhecimentos acumulados durante os anos.

O tempo ensina, o tempo acalma, o tempo impõe verdades que não queríamos ou não podíamos entender. A duração do tempo é subjetiva; um minuto pode ser tão pouco e insignificante quanto pode ser decisivo para a sobrevivência de alguém.

A intensidade de cada momento também não pode ser medida com precisão, pois para cada um é revelada de uma forma. O tempo pode ser recordado, mas não adiantado. Por ele, as mais diversas circunstâncias vividas por alguém podem ser trazidas à memória, em quaisquer lugares.

Para alguns, o tempo tem poder de curar máculas causadas pela ausência física e/ou psicológica de alguém que queríamos que participasse ou continuasse a participar de nossa história. Se não fosse a divisão do tempo em segundos, minutos, horas, dias, meses e anos, seria muito difícil fazermos uma reflexão sobre o que poderia ser mudado e melhorado em nós.

A cada minuto que passa, a cada dia que termina, temos a oportunidade de parar e repensar as ações e reações causadas por nós e em nós. O tempo é uma das oportunidades que Deus nos dá para entendermos a nossa finitude e a consequente urgência de nos voltarmos a Ele.

Envolvidos com as rotinas da vida, muitos pais perdem a oportunidade de atentar para as necessidades emocionais de seus filhos, não esclarecendo, em tempo oportuno, as dúvidas que nossas crianças sempre têm. Há quem diga, inclusive, que os netos são a nova oportunidade que a vida dá aos pais de pagarem aos filhos o tempo que não tiveram para eles.

O tempo nos evidencia a urgência e a importância do agora, ou seja, do único momento que é nosso e em que temos a oportunidade de corrigirmos as falhas que nem mesmo os anos foram capazes de consertar.

Valorize cada momento de sua vida, valorizando as pessoas que fazem parte dela. Não deixe de fora de sua história nem mesmo as pessoas que, por desconhecimento e clareza da importância de se cultivar amigos e familiares, insistem em cultivar instabilidades. Ensine-as de que o tempo passa e que a oportunidade para ser feliz e fazer alguém feliz ainda está sendo oferecida a nós, bastando que nossos “olhos” não estejam tão enfadados a ponto de não conseguirem mais enxergar.

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